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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

outro ano para ela...

O seu rosto pálido e sem brilho, exibiam sem nenhuma descrição as profundas olheiras, roxas e marcantes, com o cabelo todo desorganizado, uma aparencia verdadeiramente desagradavel, mas não eram olheiras de quem apenas não dormiu esta ultima noite, não! eram olheiras de quem não havia conseguido nos ultimos dias, não só por insônia e sim por medo, por mais cansada que ela estivesse não podia fechar os olhos nem por um segundo, as sombras haviam se apossado do seu corpo, ela estremecia de horror. Era terrivel, e agora comeava a por em dúvida sua sanidade mental.

- ela estava completamente apática e debilitada, e hoje seu sentimento era de puro escarnio pelo mundo, e de aversão ao amor.

sábado, 27 de dezembro de 2008

A diferença.

Algumas coisas é preciso saber aproveitar
para que assim possam ser verdadeiramente boas.
E fora tais palavras que me entregaste
embrulhadas num enorme pacote de desapego.
Talvez tu não tivesses dito isso exatamente de tal forma ,
mas o sentido real estava todo ali.
E é justamente essa a diferença entre nós...
Tu amas a vida, amas tudo que possas provar,
tocar, sentir...
E eu, tão egoísta e desgraçadamente, amo somente a ti.
E se for para viver uma vida sem voce,
já não me vale apena existir.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

" Agora sinto necessidade de palavras - e é novo para mim o que escrevo porque minha verdadeira palavra foi até agora intocada. A palavra é a minha quarta dimensão. ....Escrevo por acrobáticas e áereas piruetas - escrevo por profundamente querer falar. Embora escrever só esteja me dando a grande medida do silêncio."

Clarice Lispector.

eu e o natal.

E o problema não consistia tanto na data, ainda que cultivasse um ódio especial por essa epoca do ano e que de fato não era nem um pouco implícito.

Tudo girava entorno dela, seu objeto de possecividade.

Girava entorno de mágoas, medos, desprezo, e certezas, é claro, oque deixava sua cabeça ainda mais confusa que o habitual. E no final do dia tudo culminava em transtornos psíquicos que ninguém sabia ao certo se eram reais ou não, mas para ela talvez fosse aquilo que chamam de autopunição, ou até mesmo um passaporte para loucura, pois no estado em que encontrava qualquer coisa era melhor do que sua realidade.

Tinha como razão suas expectativas, e obviamente a resposta a elas. Nada! Absolutamente nada.

Mas isso não chegou nem perto de se assemelhar com qualquer um dos outros anos. Não foi como ano passado.

Esse ano, ela sentia a fragilidade a qual se recusa admitir, e não estava em condições de ser esquecida no fundo da memória de quem mais amava.

Ela até tentou se perder, mas não poderia fazer isso sem se esquecer de você, e então se perguntava atordoada: como poderia??

- A resposta não veio ao seu encontro, bem pelo contrário! Fugiu do seu entendimento e do alcance da sua vontade. Como quem foge da pena de morte, nesse caso seria o contrario.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Uma visita ao hospício mostra que a não prova nada.

Friedrich Nietzsche

Não importa o quão feliz me deixe, se não é verdadeiro, se não é real, muito obrigado. É assim que penso quanto aos deuses e mitos de todas as religiões.

Francisco Saiz

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Minh’alma de sonhar-te anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver
Não é sequer a razão de minha vida
Pois que és já toda ela...!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Olha, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me lembre.


[Clarice Lispector].

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

timidez.

E você, porque desvia o olhar?

(Porque eu tenho medo de altura. Tenho medo de cair para dentro de você. Nos seus olhos cor de mel há certos desenhos que me lembram montanhas, cordilheiras vistas do alto, em miniatura. Então, eu desvio os meus olhos para amarra-los em qualquer pedra no chão e me salvar do amor. Mas, hoje, não encontraram pedra. Encontraram flor. E eu me agarrei às pétalas o mais que pude, sem sequer perceber que estava plantada num desses abismos, dentro dos seus olhos.)

Ah. Porque eu sou tímida.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O vácuo em um coração.

E hoje não venho lhes falar de um tipo qualquer de descontento

E sim da ausência bruta e total de qualquer sentimento...

Um vazio tão imenso emergido e meu proposital esquecimento. (algumas coisas optamos por não lembrar.)

Lancei a esse vazio obsesso, paciência, ódio, raiva, tudo isso aos meus mais estridentes surtos de desespero.

Na esperança que qualquer coisa batesse contra das paredes obstantes da minha indiferença,

Propagando, ecoando, e voltando-se contra mim em forma de obstinação.

No entanto não obtive resultado... Fora tudo absorvido pelo vácuo.

Lancei a mim mesma então, nesse redemoinho que de tão calmo se tornava violentamente turbulento, e descobri!

Que o vácuo era muito mais que extenso!

Era de uma profundidade obscura, absurdamente imenso!

Um vazio jamais visto, todo proveniente da solidão.

De veras era tão grande que sentimento algum poderia suprir...

E até mesmo todo seu amor e ressentimentos haveriam de nele sucumbir!

É um vazio incontável, tal como o universo em sua imensidão,

Mas cabe todo ele dentro de um único coração...

- o meu.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

significados.

E lentamente fui encontrando o significado em minha mente
para todas as coisas que eu não compreendia.
Fui tornando aqui dentro meus dias em noites,
enquanto lá fora as noites se tornavam dias.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Digo-lhe com total sinceridade o quão abismada fiquei.

Tu estavas lá, e falava-me exatamente como um ano atrás.

Fiquei confusa, não! Fiquei mais que isso! Estava completamente perplexa.

Teria Deus ouvido a qualquer um dos meus milhares de pedidos inúteis?!

Não me era possível acreditar!

Uns milhões de pensamentos inundaram-me a cabeça, tive medo que fora logo outra crise de saudades, e fui logo lhe dizendo que se fosse tratasse logo de me avisar.

Certamente me passei por indelicada, mas o fiz sem pensar, talvez devesse pedir desculpas, mas agora deixo por estar.

E tu continuavas ali sem nem ao menos pausar. Falava, falava, falava... eu permanecia sem poder atinar aquilo.

te amo’ me dissestes, e prosseguiu, ‘acreditas em mim?

Como aguardei esse dia chegar, minha vontade fora de correr para teus braços e tomar-lhe todo calor do corpo, tinha sede! Muita sede de ti! Queria beijar-lhe a boca quantas vezes me fossem possível.

Com certa timidez, e até vergonha devo-lhes dizer, uma parte de mim dizia insistentemente: ‘Rejeite! Rejeite-a!’, acho que não é preciso contar-lhes que nem ao menos dei ouvidos a esta voz.

Tive ganas de chorar, e me rendi, pois era tão inevitável.

É claro que duvidei, e me mantive a certa distancia segura, uma vez que agora tudo parecia estranhamente normal, mas isso importava?

Pois nem que fosse por essa noite, e somente por essa noite, eu dormiria tranquilamente como que deitada em braços teus, com a sensação de que tudo ficaria bem.

O ultimo verso de tristeza.

Devo admitir que esperei pelo momento em que você se lembrasse de todas as coisas,

E voltasse para mim...

Esperei pelo momento em que lhe avistaria chegar,

Esperei pelo momento onde palavras não iriam bastar,

E um beijo sustentaria todas as sensações...

Esperei pelo momento quando tu me deixarias novamente entrar em tua vida.

Esperei ansiosamente por ti,

Mas o momento... Não veio...


{12 de dezembro de 2oo8}

Esquecer de se esquecer

São coisas que agente guarda sem querer,

Lembranças e memórias que parecem não ter nada a dizer, mas que com o tempo acabam por ocupar um lugar bem mais do que aquele que lhes fora designado a ficar.

E por fraqueza ou pura nostalgia, nos esquecemos de esquecer

Ou deixamos para outro dia , coisas sem qualquer importância, que servem unicamente para preencher o vácuo de nossas vidas,

E não deixando-nos ver a verdade, de que na essência, são tão completamente vazias.

E não fora tão somente o pranto desesperado que me embalava o sono dia após dia.

Nem mesmo as historias que ficava a inventar enquanto eu fingia que dormia.

Historias essas, que nas quais eu mesma por vezes me perdia, confundindo a verdade com os meus turbilhões de mentiras.

Mas sim a certeza que trazia, nas preces e promessas que fazia,

Deixava-me levar inocentemente por qualquer coisa a qual eu pudesse me apegar.


[11 de dezembro de 2oo8]

sábado, 13 de dezembro de 2008

Sobre os versos que eu sufoquei.

Desde então nunca pude dizer-te novamente
o quanto te amei, da mesma forma com fazia
nos sonhos meus.
Mas sufoquei tudo em versos e poemas
que fiz pra ti...
Todos eles falavam dos lindos olhos teus'

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

-




S
e voce pudesse viver para sempre...

...para oque viveria??



-

'
Talvez esteja me faltando
a maldita serotonina...
Ou mais provavelmente
a obsoleta endorfina.
.


*[logo que der posto o resto disto]*

Ódio!

Odio!
Não ha no mundo melhor palavra para descrever como aquilo me deixou.
Um odio puro! E limpo! um ódio que começou por roer meu estomago,
queimou meu coração propositalmente, e terminou por explodir minha garganta!
Ódio!
Entraste em minha vida, opoderou-se do meu coração, eu não tinha nada a perder,
exceto voce, a quem eu acabara de conhecer.
Tu robou minha alma, e prendeu meus sentidos, todos voltados para ti,
me trouxe mais do que palavras, deu-me esperanças...
Promessas! Óh! como preenchemos nossos dias com elas,
o plano era bem simples: fazer durar para sempre.
E todos que assistiam poderiam dizer que esse era um dos menores problemas
para nós, meu coração estava completamente apaixonado por ti,
e eu... eu caminhava sutilmente, quase que flutuando em toda alegria
que me causas-te.
Então, um dia dei-me conta que algo estava faltando,
algo estava errado...
Faltava voce, e sendo assim tudo estava errado!
Tu não tinhas esse direito!
Ódio!
Como eu quís poder te odiar...

...mas nem ao menos conseguir deixar de te amar.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Quisera eu!

Quisera eu os sonhos mais belos pra ti cantar,
Te embalando num sonho eterno sem precisão de acordar
Assim como fazem às crianças
As canções de ninar!

Quisera eu, ter somente um dia ao lado teu,
Mostrar-te que meu amor jamais morreu,
E pelo contrário!
Mantivera-se vívido e intácto.

Quisera eu, não querer-te tal como a minha própria vida,
E não ter que sangrar essa ferida
Ao sentir o teu desprezo em todos os atos teus...

Quisera eu, poder olhar em teu semblante,
E ter a certeza de que como antes
Ainda estou em cada sonho teu...

Ah! quisera eu...

Profundos desejos.

Um de meus mais profundos desejos é que eu tivesse de ti,
coisa qualquer para que pudesse me recordar.
Algo tocável, algo uma pouco mais real e sólido.
Algo mais alegre, e menos sofrível,
que as infinítas recordações que quardo de ti.
Pois tão feliz fora eu, quando eu carregava a certeza que
seu coração era de todo meu, e todas as vezes que
me lembro da indizivel alegria que para mim fora te amar...
Como poderia eu com os olhos turvos de tristeza
não desejar sentir uma bala de pólvora meu crânio atravessar?!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

telespectadora do nosso fim.

As ultimas palavras a serem proferidas eram cheias de duvidas e ironias.

A mágoa e o rancor passavam por entre suas almas transparente,

Mas doía! Era como uma faca rasgando-lhe a carne.

E as lágrimas, cada vez mais amargas, eram eminentes.

Uma tragédia estava por vir, isso era certo!

Lembrei-me naquele momento, de todos os avisos que me recusei a ouvir,

Estava impedida por toda minha ignorância causada pelo amor tão puro que por ti eu senti, e incrivelmente me trouxeram até aqui, sentada a escrever, e vez por outra, com um nó sufocando-me a garganta me permito assistir.

Sou a única telespectadora, da única historia de amor verdadeiro que conheci.

Assisto em silêncio o nosso fim.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

video

Um poema sobre ela...

Eu não tinha nada, só você,
E você tem
todo o mundo a sua mercê.
Você tem todos, e abre mão de alguns.
O que eu faria se fosse qualquer um?
Vivendo no limite,
Encontrei finalmente uma razão.
Vim juntando seus pedaços.
Todos estilhaçados...
E quando finalmente lhe montei.
Vi que tinha vida propria.
E que ia seguindo seus proprios finais.
Eu parei, e a vi caminhar.
Segui atentamente seus passos com meu olhar.
Fiquei triste de a ver em seu proprio caminho.
Mas o que ela não esperava é.....










...Que eu fui a seguindo de fininho. você percebeu?!

=p>


*[Um dos poemas mais lindos que alguém já fez para mim, obrigada Leonardi]*

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

esquecimento.



''
E
u agora que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci.''






*[isso resume todos os meus dias]*

era isso oque dizia...

Nesse momento...
há 6,470,818,671 pessoas no mundo,
Algumas estão correndo assustadas, algumas estão indo para a casa,
Algumas estão contando mentiras para passar o dia, outras estão apenas enfrentando a verdade.
Algumas são homens do mal batalhando com homens do bem, e outras estão tendo dificuldades.
Seis bilhões de pessoas no mundo.
Seis bilhões de almas.
E, as vezes, muitas vezes...

Eu preciso da apenas uma...

Você!

TE AMO PRA SEMPRE PINGUIN!



- foi isso -

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Livros

E toda vez que eu morro um pouco mais,
Encontro refúgio nos livros, e nas tantas palavras do meu mundo fulgás.
Não me cura... tão pouco me devolve a alegria.
Apenas me distrái, me anestesia com tamanha sutileza,
me trazendo um pouco da paz que a muito eu me esquecia.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

uma merda de rascunho. (y)

Eu como o de costume, a todo custo procurava pelo sono perdido em algum lugar entre as 4 frias paredes do meu quarto.
A princípio meu quarto se encontra cheio, hoje haviam muitos deles, e estavam por toda parte espectros da escuridão, cuja única missão é me vigiar, vigiar meu sono, minha insonia e por vezes me acompanhar com o olhos, as lágrimas.
O medo não me deixava nem ao menos entrar em pânico, ou fechar os olhos e cobrir a cabeça com o cobertor como faria qualquer criança.
Mas eu já tinha 18 anos! E ainda que me sinta completamente ridícula com meus medos infantis, me sinto na obrigação de ser corajosa! (ou ao menos tentar) De forma que permaneci com os olhos bem abertos. (mesmo que sobre meus próprios protestos)
Enfim eles foram se esvaindo, um-a-um, e embora ainda houvessem 2 ou 3 almas perdidas que persistiam aqui, meu pequeno refúgio, onde eu costumo passar horas cultivando meus próprios pesadelos, estava consideravelmente vazio.
Os que ficaram não me pertubavam muito, e de qualquer forma sempre procuro não encara-los, seja quais forem seus artifícios.
Não diferente das outras noites, eu me sentia completamente desperta, e inquieta!
A luz da Lua atravessava forte e impetuosa as frestas da persiana, iluminando tudo oque ficava ao alcance dos olhos, sem deixar nada para depois!

Ela queria ser vista! Sim! Queria que admirassem toda sua beleza, e dançassem com ela uma valsa pela tristeza., por entre as milhares de estrelas, e eu sem exitar aceitei seu convide tão cordial.

Ao olha-la pela janela, ela se encontra tímida, deitada no mais profundo breu do céu, parecia algo como um feiche de luz, um portal entre aberto para todas as verdades do universo.

Ela reluzia com uma beleza melancólica, pois não estava ali sozinha apenas com as estrelas!

Hoje havia venús e jupter, para entrelaça-la em seus segredos, seriam eles que por hoje a confortaria.

Isso que acontece.

Isso é como estar trancada numa sala escura
onde não ha janelas, nem portas, nem forma qualquer que seja para escapar.
E não importa para onde eu vire minha cabeça,
onde quer que eu olhe sempre haverá espadas posicionadas
diretamente para minhas retinas.
E enquanto isso, permaneço totalmente imóvel,
envolta por uma grande quantidade de arame-farpado,
completamente firme contra minha pele.
Não posso fazer nada sem me machucar ferreamente.
No entanto se eu permanecer parada...
Posso sentir o aço se ajustando a minha pele, e me sufocando....

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

pequeno trecho.

Nem preciso dizer que tiro férias à prestação. Em cores.
Mesmo assim, é possível que voce se pregunte:
'De que precisa se distrair?'
Oque tráz à minha colocação seguinte:
São os humanos que sobram... Os sobreviventes.
É para eles que não suporto olhar, embora ainda falhe em muitas ocasiões.
Procuro deliberadamente as cores, para tirá-los da cabeça, mas, vez por outra, sou testemunha dos que ficam para trás, desintegrando-se no quebra-cabeça do reconhecimento, do desespero e da surpresa.
Eles tem corações vazados, e pulmões esgotados.

*[A menina que roubava livros]*

ímpeto.

No ímpeto de esquecer-te,
A cada segundo que passa lembro-me de ti.
No desespero de desaparecer,
Me encontro acorrentada a tudo tudo aquilo que senti.
Quem nunca mentiu para sí mesmo,
Na estupida tentativa de ser feliz?!
Certamente não encontrou conforto
Nas próprias palavras que diz.
Deitada em meu leito sombrio
Vigio atentamente o céu cinzento e nebuloso
Que antes costumava ser profundo e anil
És o mesmo céu que te envolve? - penso eu
E com a falsa sensassão de consolo,
Fecho os olhos para viajar no meu insólito desejo,
E mesmo sem ter podido derramar uma só lagrima,
Sinto como se houvesse chorado copiosamente,
Oceanos!
O suficiente para encobrir os 5 continentes
Mundos e planos... De uma só vez.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Tudo estará para sempre guardado.

Te manterei trancada em meu coração, no mais profundo e inviolável, assim como sempre tu fostes para mim.
Vou guardar-te-ie, e junto a ti todas as palavras boas, e tudo de melhor que houve para que não se perca no futuro, para que não se contamine com as incontáveis tristezas deste mundo.
Eu vou ignorar, e fingir que nada jamais aconteceu, não por eu não te amar mais... Não!
Mas pela simples razão de eu ser incapaz de seguir sem ti.

dia 26, te lembra algo?

Havia tanto entre nós, vagões, tonéis, barris, nada disso seria grande o suficiente para guardar oque sentiamos, pois era exageradamente imenso, fugindo de qualquer proporção.
Então deixamos iso tudo solto, navegando pelo ar, pelo mundo todo.
E voce me perguntaria: 'Não tinhas medo que isso se perdesse?'
Eu prontamente lhe responderia: 'Não!'
Pois aquilo estava muito acima de tudo e todos, muito acima das coisas banais desse mundo,
ninguem poderia alcançar, ninguém poderia destruir, mantivemos por muito tempo 'intacto'.
No entanto tu tinhas razão! Pois um dia eu despertei, e ao procurar por aquele amor nada eu encontrei, nada além de pó.
E oque eu poderia fazer? Desesperada e perdida, ninguém poderia me ajudar.
Porém continuei a procurar, incessantemente, eu não descancei, eu não dormi, eu não parei, desde então não voltei a sorrir, minha alma vagou demasidamente por todo o lugar, procurando por qualquer vestígio que pudesse ser, sempre sem nada a encontrar, do amor que me pertence.
Mas agora, sinto que está a morrer.

sei a sensassão.

Posso dizer com total sinceridade que conheço muito bem
a sensassão de amar alguém com a própria vida,
e ver tudo isso se esfarelar por entre seus dedos.

Por favor me acreditem!

- Não é nada como nos filmes,
voce pode até sair vivo, mais nunca ileso.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A hora da escuridão.

'Amor e morte andam de mãos dadas.
Ao amar, experimentamos a completa anulação do ser,
como quando enfrentamos o abraço da morte.
Suponho que sempre percebi isso,
e me escondi do amor de forma tão estravagante.
Depois voce apareceu.
E eu me dei a voce, sem tentar me poupar e perder a mim mesma...
Mas voce me rejeitou.'

[de um dos meus livros preferidos.]

*

Quando sua ultima esperança está por um fio,
Voce se enforca nessa estreita e frágil linha,
Que liga seu mundo à realidade.
Passando os dias a se lamentar, nada irá relevar isso,
Tão pouco os sussurros de dor irão lhe aliviar,
Enquanto voce se afoga numa única lágrima.

M
eu coração agora começa a cicatrizar,
Pois já consigo pensar em ti sem me magoar.


*|senti a necessidade de postar este pequeno trecho do post anterior.
talvez por ter sido a parte que mais me agradou, ou a mais verdadeira,
verdades que fazem parte de todas as minhas mentiras.|*

um epílogo sem sentido.

A historia poderia ter começado com um: Era uma vez...'
como todos os outros enrredos infantis, onde se desenrrola uma trama meticulosa e encantadora, cheia me seres mágicos, fadas e tudo termina com um final feliz ou um: ...e viveram felizes para sempre.'
Então se voce esperava ver algo bonito aqui, desista! pois não foi assim que tudo aconteceu,
minha vida passou longe de ser um conto de fadas!
Não houveram risos, e sim gritos.
Nunca antes o amor fora tão rebaixado e cuspido, posto no mais baixo nível,
passando agora a ocupar o posto de sentimento repulsivo.
Obviamente, não por mim, mesmo que a historia seja minha, chegou um ponto que eu preferi assisti-la ao invez de sentir, porés ninguem decide oque vai sentir, e a mim não houveram muitas escolhas. Sim, eu também a senti.
Poderia ter lindo se o mundo não houvesse distorcido tudo de forma tão horrivel,
Poderia ter sido indizivelmente encantador, se eu ao menos pudesse ter tido a chance de ter mostrado tudo aquilo que poderiamos ser.
Mas não foi tão simples, pois nada no mundo real é simples, nada é belo, nada é eterno.
Nada é eterno! essa com certeza foi uma das principais lições que tirei de tudo isso,
por mais que voce ame, por mais que voce lute, por mais que voce morra, nada é eterno!
Todas as coisas um dia tem de acabar, e há algumas que não devem nem ao menos começar. (y)
Teria lhe dado a minha vida,
Teria feito o impossivel para te fazer feliz, mas voce abriu mão de tudo isso, voce desistiu cedo demais de tudo aquilo que nós quisemos.
Eu não soube ser tão for como voce, pois levei muito mais tempo para compreender.
E durante todo esse tempo apenas me despedacei, me torturei dia-após-dia com todas as fotos tuas que eu tinha, com todas as lembranças, em cada recordação tua, um pouco mais eu me perdia.
Nada antes em minha vida, fora tão lindo e ao mesmo tempo tão doloroso quanto te amar.
E eu te amei!
Amei como ninguém jamais será capaz, entreguei-me a ti por inteiro, sem medo,
sem qualquer tipo de receio.
Fui sua! como nunca serei de ninguém mais.
Mas voce me expulsou! sim, expulsou-me da tua vida no exato momento em que
desacreditou do nosso amor.
Sua ausência de fato quase me matou, mas sobrevivi, (infelizmente)
no entanto meu corpo não sustenta uma alma, pois até isso voce de mim levou.
Quando sua ultima esperança está por um fio,
voce se enforca nessa estreita e frágil linha,
que liga seu mundo à realidade.
Passando os dias a se lamentar, nada irá relevar isso,
tão pouco os sussurros de dor irão lhe aliviar,
Enquanto voce se afoga numa única lágrima.

M
eu agora coração começa a cicatrizar,
Pois já consigo pensar em ti sem me magoar.

...algo novo está para começar, por sentir isso nos meus ossos.'

Botão de rosa'

Nos recôncavos da vida
jaz a morte...
Germinando,
no silêncio.
...floresce!
Como um girasol no escuro,
Derrepente vai se abrir.
Em meio a vida, à morte,
Jaz profundamente viva.

Sorri.

Sorri,
Quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos e vazios.

Sorri,
Quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do seu sonho encantador...

Sorri,
Quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados e doloridos...

Sorri,
Vai mentindo a tua dor,
E ao notar que tu sorris
Todo o mundo irá supor
Que és feliz.

sábado, 22 de novembro de 2008

conversa.

mare:
-As pessoas mudam mesmo.
E
isso é ruim, porque nos perdemos daquele conceito que costumavamos ter,
e quando as coisas fogem do que idealizavamos ou pensavamos, é como se contrariasse o que pensamos delas,dai ficamos assim... decepcionados.
Gαвii :
é.
Gαвii :
mas eu to bem sabe
Gαвii :
o pior de tudo isso, é que eu to cicatrizando
Gαвii :
e qndo isso se curar de uma vez por todas
Gαвii :
eu não vou mais me lembrar de nada.
mare:
assim não sofre tanto.
Gαвii :
é
Gαвii :
mas tbm perco uma parte de mim
Gαвii :
perco a parte que me fazia sorrir.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

não deu para esquecer.

Suas palavras eram delicadas e intensas, descreviam com exatidão não só oque ela havia passado, mas também meus sonhos e esperanças.
Não pude deixar de me emocionar ao ler sobre aquele dia,
e palavra por palavra, linha por linha eu podia sentir meu corpo se materializando naquela cena descrita.
Eu não tinha nada haver com suas vidas, ou com oque havia acontecido, só estava lá para observar de longe, e poder me alegrar com o sonho que por tanto tempo esperei por realizar.
Desejo que sejam felizes, não deixando isso escapar como eu deixei.
E tudo saiu do controle, e tudo desmoronou.

Se eu soubesse onde tudo começou a dar errado, se eu soubesse o ponto exato da tragédia e pudesse voltar lá, não estaria escrevendo aqui, e voce jamais estaria lendo essas palavras.
O pior é que eu sei onde tudo se tornou cinzas, e não posso fazer nada além de quarda-las.
vestigios de um lugar feliz... no passado.

- 18 de novembro de 2oo7, 2:14 a.m -

Não deu pra esquecer.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

lixo de post.

Já não sei se é saudade, ou mania de pensar em voce.
Mas é inevitavel, e eu me desespero só com a possibilidade de te esquecer.
O coração é traiçoeiro e nunca escolhe o melhor pra nós,
e meu ser é por inteiro feito de solidão mágoa e medo...
Causado por todos os meus mais belos sonhos desfeitos.

Dedicatória inválida.

Vou ficar aqui
E não vou sair
Até voce chegar...
Vou ficar aqui
Até me consumir
De tanto esperar...
Vou ficar aqui
Voce não vai sair
Do alcance do meu olhar
Vou ficar aqui
Até voce partir
Para nunca mais voltar...


-{créditos: A place for my heart}-

domingo, 16 de novembro de 2008

...Ainda que houvessem bOas pessoas querendo compreende-la...

Mas ela estava tão sozinha, machucada e assustada.

Eles não deviam te-la ferido tanto, pOis qndo você fica doente e assustado por tanto tempo, o medo e a dor se acumulam e se transformam em ódio. E esse ódio começa a mudar o mundo.

Sua dor e seu rancor haviam se tornado algo tão forte, que lentamente foi a consumindo por dentro, destruindo cada sentimento de ternura, cada parte de seu coração, aos poucOs, toda aquela amargura não conteve-se em si prÓpria e passou a aniquilar dolorozamente tudo e a todos que encontravam-se por perto. E todos que a fizeram mal, passaram a viver em seu sonho mais sombrio, o pior de todos seus pesadelos.

Ela transformou tudo a sua volta,

Fez do dia ‘noite’, e fez da luz ‘trevas’...

Seu perfume era suave como o de um anjo decaído que trás nas suas mãos flores podres e fétidas, banhadas com seu próprio sangue, agora já seco.

E seu olhar... bem, seu olhar era doce e gentil como o de um animal esquartejado, e foi deixado amarrado entre fio elétricos e arames farpados para sangrar até a morte.

Ainda sim quem a olhasse através do que os olhos possam enxergar, encontrariam nela uma profunda delicadeza e ternura agora contaminada em sua alma tão corrompida por mentiras e pecados alheios.

Não tenha medo de se aproximar... ela está tão frágil, e tão receosa, ainda que tudo morra com um simples toque de suas mãos, ainda que suas feridas mais dolorosas se abram para sangrar apenas com o brilho do seu olhar, ‘ela só quer ajuda’...

‘E você pode salva-la?

Você sabe que pode faze-la se sentir melhor.’

Hoje ela é o lado maldito de si mesma, o lado negro de um anjo doente, ou, o lado celestial de um demônio. Tão pouco foi oque restou de sua bondade, e fez questão de manter afastado, bem longe de todo esse inferno.

E agora os sonhos dessa vida precisam terminar, e com eles os sonhadorem também teram seu final trágico.

Por décadas eles todos tem enganados a si próprios, na esperança de salvar suas almas perdidas.

Por décadas, eles negam seu próprio destino.

Mas agora chegou o fim de suas mentiras, ela é o próprio anjo da morte...

O ceifeiro de almas.


[sim, é familiar] (:

sábado, 15 de novembro de 2008

Todos os dias.

Todos os dias ela faz,
...algo que julga incapaz.
Todos os dias ela mente,
...sobre a forma como se sente.
Todos os dias sozinha ela se senta,
...contando pra sí mesma as historias que inventa.
Todos os dias ela adormece,
...com a esperança que outro dia não comece.
Todos os dias ela espera por um alguem,
...que não se importa com ela.
Todos os dias ela diz o quanto é feliz,
...mas ela não suporta mais fingir.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

- Quanto tempo disperdiçado...

- Achas mesmo que foste aquele tempo desperdiçado?! ( indagou ele com tom de desdem.)
- Todo o tempo em que meu coração me sustentasse seria disperdiçado.
- Pelo menos foi uma distração para fugir da realidade, certo? (retrucou intrigado.)
-Absolutamente tudo é uma distração, quando bons motivos não lhe bastam para respirar.
(outro dia, sob outro céu,
diferente daquele que ela gostaria de estar,
ela começará novamente a brincar de amar.)
-Se ela brinca de amar , então acho que quebraste seu brinquedo, as veses quando se encara a solidão ela olha te de volta... -(se fez uma pequena pausa e logo proseguiu) - És tu a vitima de um assasino, mas não és vitima por culpa do destino, és vitima por seduzi-lo a lhe matar.
- Se esse era teu desejo, teria minha permissão de bom grado a tê-lo feito, pois a morte
é consolo para todo aquele que não sabe amar.
-Se não percebeste tua morte tem acontecido desde que enconrou teu assasino!
Não é um julgo veneno letal e rapido, mas seu assasino tem um quê de torturar...
- Tortura-me desde o primeiro instante, qndo tornaste parte da minha alma vazia e irrelevante.
- Então porque não acaba com o assasino? Ou então dê um fim logo a sua vida...
- Pois a nehuma das opções tenho eu em minhas mãos... (havia desgosto nessas ultimas palavras.)
- Sua indiferença é uma tentativa mal sucedia de extrair algo de um acidente...
- Minha indiferença é minha unica arma contra a ausencia daquilo
que não posso recuperar.
- Só que no fim, todos nós precisamos de alguem que precise de nós...
então, logo , és tu meu motivo de vida. (estas ultimas palavras proferidas por ele
confortaram um coração despedaçado.)


A morte e a vida caminham ambos de mãos dadas,
atravez de toda eternidade...
...Um não encontraria a razão sem o outro.

amo.vc.Leonardi!

[breve o livro
] (x

Eis uma regra:

'

T
u te tornas ETERNAMENTE responsável,
Por TUDO aquilo que cativas.


'

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

voce, meu precipício...

Eu tento ser indiferente,
Sentir da mesma forma com voce sente. (se é que sente)
Eu tento ir além,
Seguir sozinha,
Eu tento ser outro alguém.
Eu tento seguir minha vida
Mas no final acaba tudo igual
E acabo voltando ao inicio,
Ao topo do nosso precipício
Ao meu eterno e fatal vicio.
voce.

nada mais.

E porque simplesmente não para?!
Não consegue ver que eu não aguento mais,
Esse com certeza é seu unico e pior defeito,
Não é capaz de enxergar oque bem não lhe trás.
Nunca pensei sentir isso, o desespero outra vez
Me assumindo...
Me consumindo...
Me destruindo...
Tomando as rédias do que eu achava que era vida
E do que eu chamava de destino.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

I want all your broken dreams.

Eu quero todos os seus sonhos quebrados
Quero saber das tristezas acumuladas em seu coração.
Quero invadir a fortaleza que criaste diante de ti,
Quero ser suas lagrimas, quero ser tudo oque voce quís...
Quero ser o abismo dos teus olhos, o frio da tua solidão.
Pois a mais beleza na tragédia, do que na própria beleza em sí.

sábado, 8 de novembro de 2008

.

S
eus olhos de vidro ignoram o aviso:
|Esse mundo pra voce é proibido.|

.

Monólogo.

.

-Voce sabe que isso muda tudo, ou pelo menos deveria...


-Não, isso não muda nada,

Na verdade só me destrói um pouco mais

Entretanto isso já não faz a menor diferença.

Você é a parte de mim, que eu não posso me esquecer

Que eu não posso arrancar, que eu não posso viver

E independente de tudo eu vou sempre amar voce.


-hum...

(no silêncio que se fez, houve dúvida e compreensão.)

.

|Garota Mecânica|

.

N
a sua boca sua saliva se tornava ácida e amarga,
como um veneno, ou como o ódio, que trazia por si se assim preferir.
Conseguia sentir com total clareza, cada musculo de seu corpo se retrair,
cada articulação se atrofiando, e seus ossos finos se esfarelando,
Seu sangue começava a congelar no interiorde suas veias e artérias,
congelando seus pensamentos, seus batimentos cardíacos, e por fim iria
para de uma vez por todas sua vida.
Mas que diferença isso faria agora?!
Não importava que ela se parecesse nesse momento mais com um robô,
do que qualquer coisa humana.
Ela era uma máquina imperfeita, desprogramada e desprovida de futuro,
Ela era a ausencia de sensações, era a garota mecânica.
Ela jamais saberia oque é sentir, simplesmente não sabia como fazer isso,
nunca provaria um dia feliz, uma risada sincera, alegria de apenas existir,
Não, ela não fazia idéia, por mais que quisesse, por mais que tentasse,
era incapaz até mesmo de chorar.
E olhando com indiferença esse tipo de cena, se perguntava: como são capazes?
Era automática e só fazia as coisas, na hora que deviam ser feitas,
e tudo oque fazia e falso e perfeito, era absolutamente improvavel falhar.
Mas como toda máquina tem seus defeitos, com ela não seria diferente,
seu pior defeito era ter um coração capaz de amar.

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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Dispensável.

Quando você percebe que é absolutamente dispensável, por completo...
Pois com seus sentimentos eles não se importam... nem você mesmo.
A sua mente uma ilusão,suas fantasias uma desilusão...
...você é uma ilusão,
Absolutamente dispensável, asfixiada, é isso que você é.
Absolutamente enganada, sozinha, aflita, um ser humano derrotado,
aparentemente perfeito, porém vê apenas as circunstâncias com desprezo de si mesmo...
Com vontade de odiar, isso é o mais difícil, é o indispensável para ela.
Absolutamente fracassada,culpa a inocência, objeto de uso por possuir ainda um coração que é absolutamente dispensável.


-{essas eram suas palavras amarguradas que contam a tragédia
que envolve 2 mundos, o meu e o seu.}-

amo.vc'

[...]Pra não tocá-la, melhor nem vê-la
Como é que você pôde se perder de mim?!
Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que no meu mundo algo se perdeu.[...]

ilikethissong' <3

17 anos.

"E eu que tinha apenas 17 anos
Baixava minha cabeça para tudo.
Era assim que as coisas aconteciam...
...era assim que eu via tudo acontecer."


-{Diário, pag.:23, fevereiro de 2oo8}-